Miguel Pina e Cunha, diz, em entrevista ao «Jornal de Negócios» que “As empresas portuguesas não usam a crise para aprender”.
Percebe-se porquê. Porque recusam a formação contínua.
E dispensam também os maus professores.
Neste caso, o sucesso escolar depende única e exclusivamente de as empresas serem alunas calaceiras.